Pages
▼
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Sinopse e capa de "Ventura - Volume 1"
"Sombras sedentas se esgueiram. Um alvo travado que se defende e surpreende. Mistérios e suposições despertam nos que passaram a se envolver. Círculos de amizade dançam permeados na escuridão invisível. E o destino escolhe um. E o que este não espera, é que fará parte de algo muito maior que sua compreensão."
Esta é a sinopse do primeiro volume, um tanto quanto misteriosa, e se enquadrando naqueles resumos que não dizem absolutamente nada sobre o livro. Mas é justamente esta discrição dos fatos que compõem a história que apenas apresentarei. Os leitores terão de se contentar com a capa e a pequena sinopse acima para tirar alguma conclusão sobre o que irão ler. Idem para os volumes seguintes.
Considerem esta primeira versão de "Ventura" uma versão beta.
A trama de Ventura gira em torno de adolescentes. Logo, é uma história direcionada para o público jovem.
Prólogo
Capítulo 1- Nova escola
Capítulo 2 - Chegada aguardada?
Capítulo 3 - Fatos enigmáticos
Capítulo 4 - Trote
Capítulo 5 - Aversão
terça-feira, 27 de abril de 2010
Coletânea Extraneus
Mais uma ótima oportunidade para escritores do mundo fantástico. Está aberta inscrições para uma grande coletânea em três volumes com temáticas instigantes.
"Apresentação
Desde 1996, o site Estronho e Esquésito vem divulgando contos de literatura fantástica, de autores do Brasil e Portugal, assim como as poesias góticas e grotescas também de autores dos dois países, tendo como marco de um aumento significativo de qualidade e quantidade, a partir de 2004, quando autores que já começavam a ficar conhecidos no cenário da literatura fantástica brasileira, começaram a publicar seus textos no site.
Chegou a hora de ultrapassar a barreira virtual e espalhar o talento de nossos autores no mundo das escritas em papel. A coleção EXTRANEUS é ao mesmo tempo, uma merecida homenagem ao site - que há tanto tempo vem se mantendo no ar, sem apoio, patrocínio ou investimentos de terceiros -, e mais uma ferramenta para divulgação das obras de nossos escritores.
Coleção Extrenus
A coleção EXTRANEUS possuirá inicialmente três volumes temáticos, mas que permitem total liberdade de criação por parte dos autores, em relação ao gênero escolhido. Embora o volume 1, pela mistura de dois gêneros de literatura, acabe limitando um pouco a criação, nos volumes 2 e 3 os autores podem soltar a imaginação com o terror, suspense, ficção científica, steampunk, fantasia medieval ou urbana... enfim, qualquer subgênero da literatura fantástica pode figurar entre os contos selecionados.
Como o objetivo principal é a divulgação dos trabalhos e a descoberta de novos talentos, EXTRANEUS não poderia ser uma antologia, ou coleção, paga. Que fique claro aqui, que nada tenho contra essa forma de publicação, pois foi através dela que comecei a publicar meus trabalhos e hoje, além deste projeto, participo de outras antologias que também não geram custos para os autores. Por outro lado todos nós sabemos das dificuldades que nossa literatura enfrenta atualmente e também não é possível (ainda) um projeto desse porte ter uma tiragem inicial numerosa. Encontrei então, numa parceria com a Cidadela Editorial, uma alternativa interessante e econômica (adotada inclusive pela organizadora e escritora Georgette Silen na antologia Histórias Fantásticas). Os Autores NÃO PAGAM para publicar, não são obrigados a adquirir nenhum exemplar (nem mesmo por consignação) e recebem os direitos autorais. Em contrapartida, a impressão é feita sob demanda, ou seja, à medida que forem fechados os pedidos semanais, os livros são enviados para os compradores diretamente pela editora."
Tema dos volumes
O Volume 1 tem o título de Medieval Sci-Fi, e sua proposta é publicar contos em que os elementos medievais se misturem com os da ficção científica. Os autores terão total liberdade de criação, podendo fazer as misturas que quiserem entre esses dois temas.
Podem ser misturados cavaleiros e dragões, com viagens espaciais, alienígenas, troca de tecnologia e tudo aquilo que envolver esses dois gêneros. Mas é essencial que haja a mistura. Não serão aceitos contos que sejam ambientados em apenas um desses gêneros.
O Volume 2 tem o título de Quase Inocentes, e sua proposta é publicar contos que envolvam crianças. Podem ser crianças assassinas, psicopatas, vampiras, lobisomens, alienígenas ou o que mais vier à cabeça dos insanos autores. Total liberdade de escrever em qualquer subgênero da literatura fantástica.
O Volume 3 tem o título de Em Nome de Deus, e sua proposta é publicar contos que retratam as atrocidades, injustiças e devaneios dos homens em nome de Deus ou de religiões e doutrinas. Até que ponto o ser humano é capaz de usar o nome de Deus para cometer crimes, escravizar povos e promover guerras? Será que isso acontece apenas aqui na Terra? Os autores podem se utilizar de quaisquer subgêneros da literatura fantástica para criar seus textos... E rezem para que não sejam excomungados... Ou que sejam.
"Apresentação
Desde 1996, o site Estronho e Esquésito vem divulgando contos de literatura fantástica, de autores do Brasil e Portugal, assim como as poesias góticas e grotescas também de autores dos dois países, tendo como marco de um aumento significativo de qualidade e quantidade, a partir de 2004, quando autores que já começavam a ficar conhecidos no cenário da literatura fantástica brasileira, começaram a publicar seus textos no site.
Chegou a hora de ultrapassar a barreira virtual e espalhar o talento de nossos autores no mundo das escritas em papel. A coleção EXTRANEUS é ao mesmo tempo, uma merecida homenagem ao site - que há tanto tempo vem se mantendo no ar, sem apoio, patrocínio ou investimentos de terceiros -, e mais uma ferramenta para divulgação das obras de nossos escritores.
Coleção Extrenus
A coleção EXTRANEUS possuirá inicialmente três volumes temáticos, mas que permitem total liberdade de criação por parte dos autores, em relação ao gênero escolhido. Embora o volume 1, pela mistura de dois gêneros de literatura, acabe limitando um pouco a criação, nos volumes 2 e 3 os autores podem soltar a imaginação com o terror, suspense, ficção científica, steampunk, fantasia medieval ou urbana... enfim, qualquer subgênero da literatura fantástica pode figurar entre os contos selecionados.
Como o objetivo principal é a divulgação dos trabalhos e a descoberta de novos talentos, EXTRANEUS não poderia ser uma antologia, ou coleção, paga. Que fique claro aqui, que nada tenho contra essa forma de publicação, pois foi através dela que comecei a publicar meus trabalhos e hoje, além deste projeto, participo de outras antologias que também não geram custos para os autores. Por outro lado todos nós sabemos das dificuldades que nossa literatura enfrenta atualmente e também não é possível (ainda) um projeto desse porte ter uma tiragem inicial numerosa. Encontrei então, numa parceria com a Cidadela Editorial, uma alternativa interessante e econômica (adotada inclusive pela organizadora e escritora Georgette Silen na antologia Histórias Fantásticas). Os Autores NÃO PAGAM para publicar, não são obrigados a adquirir nenhum exemplar (nem mesmo por consignação) e recebem os direitos autorais. Em contrapartida, a impressão é feita sob demanda, ou seja, à medida que forem fechados os pedidos semanais, os livros são enviados para os compradores diretamente pela editora."
Tema dos volumes
O Volume 1 tem o título de Medieval Sci-Fi, e sua proposta é publicar contos em que os elementos medievais se misturem com os da ficção científica. Os autores terão total liberdade de criação, podendo fazer as misturas que quiserem entre esses dois temas.
Podem ser misturados cavaleiros e dragões, com viagens espaciais, alienígenas, troca de tecnologia e tudo aquilo que envolver esses dois gêneros. Mas é essencial que haja a mistura. Não serão aceitos contos que sejam ambientados em apenas um desses gêneros.
O Volume 2 tem o título de Quase Inocentes, e sua proposta é publicar contos que envolvam crianças. Podem ser crianças assassinas, psicopatas, vampiras, lobisomens, alienígenas ou o que mais vier à cabeça dos insanos autores. Total liberdade de escrever em qualquer subgênero da literatura fantástica.
O Volume 3 tem o título de Em Nome de Deus, e sua proposta é publicar contos que retratam as atrocidades, injustiças e devaneios dos homens em nome de Deus ou de religiões e doutrinas. Até que ponto o ser humano é capaz de usar o nome de Deus para cometer crimes, escravizar povos e promover guerras? Será que isso acontece apenas aqui na Terra? Os autores podem se utilizar de quaisquer subgêneros da literatura fantástica para criar seus textos... E rezem para que não sejam excomungados... Ou que sejam.
Clique no banner para ser redirecionado para o site e ver mais informações.
sábado, 24 de abril de 2010
Resenha de “Aura de Asíris – A Batalha de Kayabashi”
Ano passado, em uma das minhas viagens pelos variados blogs sobre livros de Fantasia encontrei uma página dedicada ao livro “Aura de Asíris”. Me interessei pela obra, e como já havia alguns capítulos disponibilizados, fiz a leitura de alguns deles. O pouco que li me atraiu, mas o que me chamou a atenção foram as referências citadas pelo autor de que a obra teria um pouco de “Senhor dos Anéis”, “Final Fantasy” e “Dragon Ball Z”. Achei a princípio, uma mistura de ficção um pouco ousada e heterogenia, mas fiquei curioso com o resultado final. Tanto que assim que o livro foi lançado, fui correndo comprá-lo pelo site do autor, que, diga-se de passagem, é bem estiloso.
Optei por fazer uma resenha dividida em vários segmentos, contendo as opiniões que achei relevante explorar.
- Sobre as referências
Como já mencionei, Aura de Asíris tem como referência, marcos famosos da ficção como a obra literária “Senhor dos Anéis” de J.R.R.Tolkien; a nobre série de RPG da Square Enix, “Final Fantasy”; e o mangá/anime shõnen “Dragon Ball” de Akira Toriyama.
E realmente ao longo de toda a história, observei que algumas coisas remetem sim tais obras. Talvez eu seja meio ruim de identrificar os fatores de Final Fantasy, já que zerei apenas dois games desta séie, e ainda assim, quando meu inglês não era nem perto do razoável.
Mas devo dizer que tais referências, para quem aclama qualquer uma delas, é uma ótima forma de incitar os leitores para dentro do livro. E não achei exagero alguma o autor apontá-los, visto que a “luz” para a sua criação veio assim que terminou o jogo Final Fantasy VII, na sua adolescência, e foi onde tudo começou a andar – como falou em sua entrevista ao portal Cranik.( clique aqui para ler).
O autor fez nascer “Aura de Asíris” inspirado em ficções de outro meio, fora da literatura, e por conta disso, o livro tomou um aspecto mais singular. E essa particularidade teve seus pontos altos e baixos.
- O Mundo de Asíris
Sem dúvida, o ponto alto desta obra foi o mundo que Rafael Lima criou. Conheço pouco da imagem tecnofantasy, mas me agradou bastante o que li.
A divisão entre o mundo Furou e o Banshee lembrou Senhor dos Anéis, onde as criaturas malignas se embrenham no local mais inóspito e sombrio da terra. E ainda nesse cenário, que foi explorado pelo autor, o mesmo foi muito bem passado durante o último Arco da história.
As luas de Calisto e Giamate, o Céu de Asíris, a misteriosa Floresta de Noah, o poder da Aura, e o fato dos seres humanos já terem habitado este mundo há muito tempo, se engloba num grande mistério no que realmente é o mundo de Asíris. Tais fatos que foram apenas mencionados neste primeiro volume, deixando os mistérios pairarem.
- Banshees x Furous
O ponto central do livro é a guerra entre Banshees e Furous. Enquanto a primeira é a imagem quase idêntica de um humano, porém com propriedades mágicas como a Aura, o segundo é um grupo sádico de monstros que apenas pensa em matança. Todavia , os Furous acabam se tornando mais inteligentes e fortes, que gera um desequilibrio na guerra que se segue a longos anos.
Não é nenhuma guerra com fatores complexos aplicados, e simplesmente uma raça tentando eliminar a outra por questão de sobrevivência em Asíris. Porém , uma variável muito importante acabou por fazer desta guerra misteriosa e instigante.
- Narrativa
Rafael precisa tocar um pouco mais fundo nos sentimentos dos personagens. Não que ele não tenha feito, mas achei que em algumas ocasiões ele deixou isso muito sucinto. Porém, em alguns outros ele conseguiu passar muito bem, como por exemplo, no capítulo em que Nina revela seu passado à Sahad, e nos capítulos finais onde fica claro a forte ligação entre Hanai e os outros personagens, principalmente Yin.
Os momentos de guerra poderiam ter sido um pouco melhores também, no que diz respeito ao todo o temor de estar guerreando.
Um grande problema que o Rafael enfrentou no livro foi sua revisão. Infelizmente, acabou-se encontrando alguns erros incomuns para um livro, e isso pode gerar desconforto em quem ler. Todavia, ao longo do livro não se percebe mais esse deslize.
Outro fator que gerou desgosto na minha leitura foi a transição rápida de cenas. Não há separações entre elas, e nem espaçamentos. Tudo é jogado no próximo parágrafo e o leitor é obrigado a conjeturar que ponto da história a narração está se referindo.
No geral, achei razoável. A história é bem passada, mas deixou alguns pontos a desejar.
- Cenas de Luta
Talvez eu tenha sido o único até agora que tenha achado as cenas de luta demasiadamente longas. Mas não achei.
Aqui, a referência à Dragon Ball Z se fez presente. É impossível não observar algumas lutas, principalmente as primeiras de Yin, e o duelo final com o vilão da história, e não se lembrar daqueles combates avassaladores de grandes poderes fazendo tremer tudo o que estiver perto. As proporções destas lutas foram realmente gigantescas.
Os duelos do General Irwind e do Ex-capitão Hanai também foram muitos bons, embora algumas passagens pudessem ser mais descritas. Houve lutas as quais realmente não me empolguei muito, e em contrapartida, outras que gostei bastante.
Porém, mesmo que os personagens usassem a Aura no duelo, achei um pouco escasso as técnicas, que poderiam ser melhor em quantidade e criatividade. Além disso, a maioria das lutas seguiam o estereótipo de socos e chutes no ar, e poucas foram as que apresentaram algo mais original. As que se diferenciavam disso eram as batalhas contra os furous.
- Personagens
Algo que esperava um pouco mais nesta história era a questão de seus personagens. A maioria aparece apenas para preencher algumas linhas ou mostrar uma rápida utilidade, ou então para provavelmente serem usados em eventos futuros. Mas não é exatamente essa a falha, e sim o preenchimento dos personagens que achei um pouco vazio.
O único momento em que achei que a ligação entre os personagens soou bem natural e instigante foi durante os últimos capítulos. Aliás, o Hanai, dentro todos, foi o que mais apareceu na trama, deixando até o Yin de lado por muitos momentos.
O Yin, que deveria ser uma peça importante e carismática, foi esquecido durante muitas cenas, deixando a imagem do livro apenas para Hanai e Irwind. Denotar um pouco o que este pequeno personagem de doze anos pensa e faz nos momentos mais dramáticos poderia ser melhor explorado. Além do mais, sua atuação, embora muitas vezes separada de Hanai, poderia ser mais participativa. Por isso, digo que o Mestre de Yin acabou se tornando o protagonista do livro, até porque, o próprio Irwind parecia recorrer muito a ajuda dele durante os acontecimentos. E sua participação ficou ainda mais relevante quando resolveu guiar uma equipe para as entranhas do Território Furou.
Porém, não é o Hanai que vai o prêmio de melhor personagem desta história, mas sim para a soldada Nina. Assim que ela confessou toda a sua história num capítulo reservado apenas para ela, nós vimos nela um objetivo mais intenso e profundo do que qualquer outro na trama. Isso por que a narração da própria personagem contando sobre seu passado fez o leitor se aproximar mais dela. Só é uma pena, pois achei que na cena dela se recuperando no hospital, o autor deveria ter mostrado a cena dela se encontrando com o soldado de seu passado.
Outra personagem que achei também interessante e pouco se falou sobre a mesma, foi a Sara, única humana no mundo de Asírs. Provavelmente, suas origens deverão ser abortadas no próximo volume.
- Resolução das situações
Um problema um pouco chato que encontrei em vários momentos do livro foi aquela “escapada” de situações perigosas que se encontram os personagens. A maioria destas soaram forçadas e de difícil de imaginarmos. Algo como, milimétrico e incrivelmente milagroso. Não sei se foram os deuses de Asíris que fizeram o grupo de Hanai saíram da explosão do laboratório com incrível precisão, mas que são milagres constantes complicados de engolir, são.
- Cenas de Guerra
Como um todo, as cenas de batalha entre Banshess e Furous foram bem legais. Eu gostaria que fossem mais descritas como é meu gosto, mas as cenas conseguiram passar um bom clima de guerra.
Um bom exemplo disso foi para a batalha na Base Aérea de Marahana, ou poderia dizer, parte da batalha de Kayabashi. A luta aérea de aeronaves foi muito boa.
- O vilão Principal
Misteriosamente os Furous passam a ser mais fortes e inteligentes, e o que engrena a curiosidade de quem lê é que tipo de fator possa estar gerando esse infortúnio. E a pista vem durante a luta do general Irwind com um Maraki, onde temos a imagem de nosso vilão Mornkion.
Quando o mesmo, já na parte clímax do livro, começa a contar sua história, comecei a avaliar o personagem. O fato dele ter sido encontrado por um Furou e treinado pelo mesmo não chamou tanta atenção quanto a real origem do monstro. Afinal, de onde ele saiu? Isso não foi mostrado no livro. E também algo que achei legal foi o fato do monstro distribuir sua Aura com os Furous, tornando-os melhores.
O vilão foi um personagem mais “monstro enigmático”. Portanto, achei ele razoável.
Sara, a humana
O que uma garota fazia congelada numa cápsula num território subterrâneo durante séculos? Essa é a pergunta que gira em torno desta personagem e sobre sua importância na história. Ela pouco foi mencionada durante este livro, deixando toda a tensão para guerra em Kayabashi. Mas achei que não foi muito legal colocar discrições no relacionamento dela com a Família Real. Afinal, como se deu este relacionamento? Não fizeram pergunta sobre a garota e nem nada? Mesmo que não fizesse parte do enredo do primeiro livro poderia ser mais bem explorado. Achei-a um enigma esquecido pelo autor.
- Desenvolvimento
O prólogo narrado pelo General Irwind foi um perfeito começo para o livro. Me arrisco a dar uma nota 10 para ele, pois deixou o leitor a par de toda a situação no Mundo de Asíris.
A primeira cena relevante após isso foi a invasão de Yin e Lwan no Palácio Real. Algumas de suas ações me lembraram muitas as formas de desenvolvimento dos RPGs: explorar cenários, usar objetos, perambular por passagens difíceis e etc. E claro, este negócio de não podermos ser vistos me lembra logo “Metal Gear”.
Quanto ao torneio que se seguiu, deu-se pouca importância a ele. Até o momento só havia Inhi como outro personagem mais competidor do torneio e que aparecera constantemente na história. A luta deles foi digamos, muito Dragon Ball. Um torneio que serviu mesmo para esquentar o personagem e começar a mover a trama.
E mais adiante, lá veio mais um “Metal Gear”, desta vez, realmente numa base militar. Foi interessante, mas achei um pouco sucinta a cena em que Lwan e Yin foram separados. Acho que faltou dar mais ênfase ao sentimento de separação.
O próximo trecho, talvez, o mais misterioso do livro: a Floresta de Noah. Ela me pareceu esconder muitos mistérios acerca de Asíris, como a tribo que atacou o grupo e a base bem protegida no subterrâneo, onde Sara estava aprisionada. Embora a história tenha travado um pouco ali, foi uma parte que deverá chamar alguma trama futura nos próximos volumes.
A batalha aérea de Marahana foi um pouco longa, mas não achei tão cansativa. Os momentos foram bem passados desde o início do ataque até a queda da fortaleza voadora. Porém, Yin teve uma participação quase nula. Sei que ele não seria maluco de sair pra lutar numa guerra, mas enquanto ele era deixado de lado nesses eventos, ele simplesmente não tinha nenhuma função na trama. Aliás, durante quase todo o livro ele apenas serviu para salvar as pessoas de seu grupo por conta de sua habilidade de vôo.
O treinamento que Yin recebeu para se tornar mais forte e conseguir sua licença para ir na missão rumo às Montanhas de Tyron foi um pouco decepcionante. Eu esperava alguma coisa mais profunda por mexer com a Aura, e até mais longa, mas passou num piscar de olhos. Os desafios que Yin pudesse encontrar neste treinamento não foi explorado. Foi uma boa parte da história, mas pequena.
A missão para dentro do Território Furou deu início a última parte do livro. O autor soube revelar todas as caracteristicas deste território sombrio, entre as que mais gostei foi o céu de nuvens escuras carregado de almas. Embora cansativa em algumas cenas, pelo fato de pouca coisa andar na história, observou-se que o quesito "aventura" estava falando mais alto. Assim o desenvolvimento seguiu a linha de exploração de tal território e sua sondagem.
A história só ganhou força em seu final com a aparição da misteriosa criatura de pele escaldada que governava os Furous. As cenas de revelações e consequencias foram boas, assim como a luta de Hanai com a criatura. A cena de despedida entre Mestre e discípulo também foi bem passada. E a melhor luta se seguiu, ao melhor estilo Dragon Ball Z: Yin vs Mornkion. Achei fantástica o desenrolar dela, mas achei que o seu desfecho não foi a altura do combate.
Depois disso, foi a vez de Jess salvar Yin, desacordado, e cuidar de Nina também no estado inconsciente. Nesta cena, achei um pouco falha a reação de Jess, que em vez de se preocupar com o estado do garoto, apenas comemorou que o vilão foi destruído.
Após a batalha final, ocorreu a melhor cena do livro. A homenagem à Hanai foi perfeita, e finalmente as palavras souberam tocar fundo. Me senti como se também fizesse parte daquelas pessoas que prestavam respeito ao grande herói de Asíris. E a cena de Yin em frente a estátua de seu mestre foi me morável.
O treinamento que Yin recebeu para se tornar mais forte e conseguir sua licença para ir na missão rumo às Montanhas de Tyron foi um pouco decepcionante. Eu esperava alguma coisa mais profunda por mexer com a Aura, e até mais longa, mas passou num piscar de olhos. Os desafios que Yin pudesse encontrar neste treinamento não foi explorado. Foi uma boa parte da história, mas pequena.
A missão para dentro do Território Furou deu início a última parte do livro. O autor soube revelar todas as caracteristicas deste território sombrio, entre as que mais gostei foi o céu de nuvens escuras carregado de almas. Embora cansativa em algumas cenas, pelo fato de pouca coisa andar na história, observou-se que o quesito "aventura" estava falando mais alto. Assim o desenvolvimento seguiu a linha de exploração de tal território e sua sondagem.
A história só ganhou força em seu final com a aparição da misteriosa criatura de pele escaldada que governava os Furous. As cenas de revelações e consequencias foram boas, assim como a luta de Hanai com a criatura. A cena de despedida entre Mestre e discípulo também foi bem passada. E a melhor luta se seguiu, ao melhor estilo Dragon Ball Z: Yin vs Mornkion. Achei fantástica o desenrolar dela, mas achei que o seu desfecho não foi a altura do combate.
Depois disso, foi a vez de Jess salvar Yin, desacordado, e cuidar de Nina também no estado inconsciente. Nesta cena, achei um pouco falha a reação de Jess, que em vez de se preocupar com o estado do garoto, apenas comemorou que o vilão foi destruído.
Após a batalha final, ocorreu a melhor cena do livro. A homenagem à Hanai foi perfeita, e finalmente as palavras souberam tocar fundo. Me senti como se também fizesse parte daquelas pessoas que prestavam respeito ao grande herói de Asíris. E a cena de Yin em frente a estátua de seu mestre foi me morável.
- O que teremos no próximo volume?
Pelas reflexões de Irwind no final do livro, tudo indica que os mistérios de Asíris começaram a entrar em foco, e com certeza é a parte mais interessante da história. Impossível não querer saber o que é realmente esse mundo de Asíris, visto que humanos já habitaram-na. O que houve para que eles sumissem?
E o que ocorre de estranho em Noah para tribos com armas avançadas surgirem assim? O que foi aquela base humana cheia de robôs? E quem é realmente Sara?
Acredito que esta personagem será muito explorada futuramente.
- Conclusão
Um início de trilogia razoável, mas que deixa um gosto de "quero mais" pelos grandes mistérios apresentados.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Revista digital "Fantástica"
Há alguns dias soube de um projeto "fantástico". Clique na figura para ser redirecionado para o site da revista. Lá, contém uma lista de vários livros de Fantasia.
A Revista Fantástica é um projeto idealizado por alguns autores brasileiros, e tem como objetivo unir o público adorador deste gênero. Segue abaixo, a descrição da revista escrito por Luiz Ehlers.
É com satisfação que apresentamos este projeto, que será muito relevante à literatura nacional. A FANTÁSTICA é talvez a primeira revista digital voltada EXCLUSIVAMENTE para a literatura fantástica nacional.
A grande motivação da FANTÁSTICA é criar um meio forte que consiga unir todos os públicos deste gênero, que ainda nos parecem um pouco dispersos.
A FANTÁSTICA é feita por autores e idealizada para todos os apreciadores deste gênero, tão adorado por tantos. Todos os envolvidos de alguma forma na ficção nacional, sejam leitores ou autores, terão seu espaço dentro da revista, que é GRATUITA, e está aí justamente para dar o suporte a todos que estiverem na batalha e acreditam em seu talento.
Envolvidos neste projeto, além de mim (Luiz Ehlers), estão os autores Dhyan Shanasa (O Livro de Tunes); Felipe Pierantoni (O Diário Rubro); Vincent Law (O Mundo de Avalon) e Leandro Schulai ( O Vale dos Anjos). Todos têm se empenhado bastante de modo a garantir uma revista com qualidade e profissionalismo.
Esperamos poder contar com o apoio de todos na divulgação da FANTÁSTICA e que ela possa também ajudar a todos em seus objetivos dentro da literatura.
A primeira edição está prevista para o final de maio/10 e contará com os seguintes temas:
- MATÉRIA DE CAPA - Ele está chegando! Tudo sobre a aguardada sequência de Leandro Reis: O Senhor das Sombras;- LIDO E ENTREVISTADO - após a devida leitura, fizemos uma entrevista com Victor Maduro, autor de Além da Terra do Gelo;- TROCA TROCA - seção onde autores trocam de livros e um resenha sobre a obra do outro;- EM FOCO - que fará a cobertura do lançamento da antologia de Ademir Pascale NO MUNDO DOS CAVALEIROS E DRAGÕES, recentemente lançada;- CONEXÕES - é o espaço aberto dentro da FANTÁSTICA para expor o melhor dos blogs brasileiros de literatura.Tudo isso e muito mais...
Parece ser uma revista muito interessante, e se seguir firme ao longo de suas primeiras edições, vai ser para ficar. Estou muito ansioso pelo lançamento.
domingo, 18 de abril de 2010
Ventura: História de Fantasia Urbana
Ventura. Esse é o nome escolhido para minha série online que passará a ser lançada aqui a partir do mês que vem.
Alguns que acompanharam algumas das minhas histórias terão nostalgia ao saber que trata-se nada mais nada menos que uma antiga versão do "Abismo da Escuridão". Ela era uma fic original que lançava semanalmente em um site de fanfics. Porém, a trama era um pouco genérica, visto que mal escrevia os capítulos e já lançava. Era aquela coisa de deixar a história te levar...
Desta vez, trabalhei mais sobre esse enredo e agora tenho consciência de seus limites e de seu futuro. Ainda não tenho uma sinopse detalhada para ela, mas vou adiantar algumas características.
A história será narrada em primeira pessoa pelos próprios personagens que mudarão de hora em hora durante a narrativa. Entrementes, um narrador onisciente também participará com pequenos trechos.
Sobre o enredo, se passará dentro de uma escola chamada Ventura. Será uma mistura de trama adolescente com fantasia. Apenas acrescento que a imagem acima tem relação com o enredo.
Breve mais informações.
sábado, 17 de abril de 2010
Review: Naruto Shippuuden 5º temporada
Achei este rascunho de review em uma pasta perdida no meu computador que na época não pôde vir ao blog já que estava com problemas de entrar na internet. Trata-se de um review da quinta temporada do anime Naruto Shippuuden. Sei que atualmente está no início da sétima, e ainda estou para finalizar um review da sexta, mas pra seguir o embalo, vale a pena colocar a da quinta também, embora seja do ano passado.
Antes de mais nada, quero dizer que este anime foi o meu ingresso para outros animes. E o mais importante, foi a partir dele, que tive os maiores insights para formação do Mundo Sombrio. Logo, tenho uma apreço muito grande pelo mangá/anime. Breve, um review da sexta temporada.
Antes de mais nada, quero dizer que este anime foi o meu ingresso para outros animes. E o mais importante, foi a partir dele, que tive os maiores insights para formação do Mundo Sombrio. Logo, tenho uma apreço muito grande pelo mangá/anime. Breve, um review da sexta temporada.
Sem graça. É o que posso falar de um início de temporada, que marcado por nova abertura e encerramentos, como todo anime que se preze deveria ser capaz de mostrar fielmente os eventos dos episódios contidos nela. Se for julgar a abertura, só funcionou para a segunda metade da temporada, pois o início é mesmo lamentável. Ninguém merece ver a continuação de um filler, pensando que a trama original retornaria ao seu lugar no anime.
Não digo que o filler foi horrível, pois teve bons momentos. A começar pelo início onde conseguiu manter um ambiente e um desenvolvimento mais fiel ao anime, sem muitas apelações e tramas que nada teria a ver.
Não digo que o filler foi horrível, pois teve bons momentos. A começar pelo início onde conseguiu manter um ambiente e um desenvolvimento mais fiel ao anime, sem muitas apelações e tramas que nada teria a ver.
Lembram dos episódios do Naruto Clássico após o 135? Apenas mais uns cinco minutos de cenas originais embrenhadas nos episódios seguintes, e para por aí. A cada episódio, a qualidade foi regredindo. Pelo menos, o filler onde o Gaara entrou falam que é razoável, mas só vi uma vez, e nem lembro direito. Mas é melhor do que um episódio onde o Naruto e o Chouji estavam fazendo alguma coisa com o Ramen. Nem lembro mais, pois quase vomitei quando assisti aquilo.


Mas retornando ao último filler, teve um bom início, entretanto, conforme foi se desenvolvendo, foi se sustentando para ficar o máximo em cena. Uma história que foi bem aproveitada, mas deveria ter ficado apenas em meia temporada. Era notável o quanto eles prolongavam de forma proposital a trama. Acho que o melhor filler ainda ficou com o do Sora, apesar de algumas coisas serem exageradas, como os vilões que sempre aparecem, tocam o zaralho, para depois morrerem facilmente; o desenvolvimento do filler até que não foi ruim.
Um fato positivo, apesar de também ser negativo, foi a inclusão de algumas cenas originais nos fillers. Positivo, pois pra quem não liga e assiste, fica melhor do que uma história qualquer; e ruim para quem não curte, pois praticamente obrigam os outros a assistir. Apesar de que não foram muitas, as mais importantes, logo no começo; a cena do Sasuke derrotando uns cem ninjas ( sob um belo firmamento ); e a captura do Sanbi, no último episódio dos fillers.
E finalmente, após uns 11 episódios de enrolação, se não me engano, a trama original retorna. E a partir daí, começa o extenso arco que é um dos melhores da série, se prolongando desde a morte do Orochimaru até o embate final de Sasuke e Itachi.
Falando na morte do Orochimaru, no mangá, a cena ocorreu intercalada com a do Naruto e o resto do time no Ichiraku. Quem leu, notou um bom equilíbrio entre as cenas que denotavam a reflexão do Naruto e o renascimento do Sasuke na história. Já no anime, foi diferente, os dois episódios rolaram com apenas algumas cenas de interrupção da Tsunade no primeiro capítulo, e no final do segundo, uma ótima seqüência de cenas. Apesar de alguns não terem gostado da enrolação, a morte do Orochimaru poderia ter sido descrita em um único episódio. Mas a inserção de algumas cenas injetou um clima muito vistoso e ao mesmo tempo mais sério do que já era no mangá ao desenvolvimento da cena. A melhor foi o pôr-do-sol flamejante no final. Sem contar também com a nova música de fundo do Sasuke.


Após este episódio, veio um meio a meio muito bem-vindo. Era mesmo difícil uma espada durar tanto temponem um túmulo e ninguém pegar. No mangá, o Suigetsu a pega e já parte junto ao Sasuke. No anime, houve o final daquela cena do Ichiraku, e felizmente, eles cortaram aquela versão yaoi do Konohamaru. Apesar de que a cena foi bem engraçada.
O capítulo seguinte do recrutamento foi a da Karin. Episódio também que enrolaram, mas era previsível para o ritmo que o Shippuuden vinha apresentando desde o início, mesmo que atualmente, tenha melhorado bastante. Proporção de um pra um neste episódio em relação ao mangá.
O último a ser recrutado foi o Juugo. Uma coisa a ser abortada neste primeiro, dos dois que serviram para introduzir o personagem à trama, foi a terrível animação. Ela já vinha caindo nos últimos episódios, mas neste foi o cúmulo. Torci a cara quando vi a pré-Hebi lutando contra aqueles caras de nível 2. Nunca tinha vista uma cena de luta, mesmo que de 60 segundos, tão mal feita em toda a série.
Ainda neste episódio, houve uma censura quanto ao sangue na cena de alguns homens mortos por um cara que logo em seguida, “enfrentou” o Sasuke. Não achei necessário tamanha discrição, visto o sangue que foi jorrado do Orochimaru nos caps anteriores. Algo que veio bem ao caso foram os flahsbacks do Juugo no passado. Deu um pouco mais de profundidade a história do personagem, já que no mangá foi meio sucinto.
Um ponto que não gostei foi quando o Sasuke revelou seu objetivo e deu o nome de Hebi. Há uma página final do mangá, em que o Naruto e o Sasuke falam ao mesmo tempo. Acho que teria ficado melhor os dois lado a lado na tela e dizendo ao mesmo tempo. Sem falar que essa cena final não teve o mesmo clímax do mangá. E cortaram a primeira cena do Itachi avistando a tempestade. Justamente, a cena final e de maior clímax no capítulo do mangá.
Foi uma surpresa, após tanto tempo, nunca pensei que eles colocariam o Kakashi Gaiden no meio de um arco. Seria meio incoerente se o real motivo não fosse o filme onde o kakashi teria grande importância. Bom, antes tarde do que nunca. E neste especial duplo, a animação retornou ao que era antes. Parece que eles estavam ocupados demais cuidando do filme, e deixaram alguns capítulos em segunda mão. Mas é intolerável ver uma animação boa em fillers, e originais, com traços razoáveis.
Não lembro bem como foi o Kakashi Gaiden no mangá, mas eu gostei muito da adaptação. É a sequência da cena em que o Obito dá seu olho para o amigo. Confesso que fiquei até com os olhos marejados.
Voltando ao arco original da série, o desenvolvimento continua com Hebi procurando Itachi e a equipe de Konoha procurando Sasuke. De importância aí, apenas a aparição de Kabuto, possuído pelo poder do Orochimaru e o encontro da Akatsuki com Sasuke.
Tenho que bater palmas para a animação de um dos capítulos da luta entre Sasuke e Deidara. Foi a mesma que utilizaram na luta entre o grupo do Shikamaru que foi atrás do Hidan e Kakuzu. Após um longo tempo sem embates empolgantes, esse valeu a pena assistir várias vezes. E também demos adeus a um personagem carismático, ou melhor, dupla carismática: Deidara e Sasuke.
Logo após a luta, no final do episódio seguinte, segui-se a melhor cena desta temporada. A revelação de Uchiha Madara. O vilão principal da série escondido no carismático Tobi, que sempre pensamos ser um peso morto. A musica de fundo nesta cena me deu calafrios.
E para finalizar a temporada, os três últimos episódios começaram a focar no personagem Jiraya. Os dois últimos formaram o “Jiraya Gaiden” que contou a história do ninja e de como ele se tornou um dos três sannins de Konoha. Mencionou também seu encontro com Nagato, Konan, e Yahiko na vila da chuva, e o mistério através da profecia. Esta parte da história sobre o personagem é contada mais à frente no mangá, durante a luta contra o Pain, mas no anime eles acertaram em contar isso antes.
Resumindo a temporada. Boa da segunda metade até o final.
Site de tirinhas cômicas
Encontrei um site muito humorístico para quem está por dentro do mundo dos animes. É um site de tirinhas muito engraçadas. Acesse:
http://www.animerda.com/
Confira algumas
http://www.animerda.com/
Confira algumas
"Cantadas de Otacu":
"FFFFFUUUUUUUUU"
Harry Potter
terça-feira, 13 de abril de 2010
Alteração radical em Mundo Sombrio e outras novidades
Novamente irei reescrever o primeiro livro da série. Isso é uma pancada no estômago de quem já estava lendo as histórias desta série por algum tempo, mas é uma na cabeça do autor, que ficou indeciso mais uma vez em qual seria o melhor começo para esta história.
Já faz alguns anos que comecei a escrever o Mundo Sombrio, e sempre que fechava um arco, sentia necessidade de recomeçar de um tempo cronologicamente anterior a história que acabara de finalizar. Aconteceu com a primeira versão, a segunda, e esta última que publiquei aqui no blog seus primeiros capítulos. O impasse que cheguei em "Mundo Sombrio - A Guerra das Energias" foi ter de explicar muitos eventos que ocorrem antes na história o que poderia tornar a leitura um pouco emjoativa por abusar insistentemente dos flashbacks. E sem contar que inserir personagens cheios de passados ocultos e já fazê-los interagir com as consequencias oriundas de tal passado, tornaria tudo nebuloso para o entendimento do leitor. Logo, resolvi, por fim, narrar a história de uma forma mais linear. Começando do ponto de partida: o nascimento do protagonista.
Este novo início contará os primeiros anos de vida do personagem Aron Hauker, bem como suas primeiras relações com outros personagens de peso para a história. Ainda não decidi o nome do Arco, mas envolverá os primeiros anos do Mago na Academia de Magia de sua sociedade. E se acham que o livro irá demorar mais ainda por conta deste "retrocesso", se enganem, pois ele será menor que o outro que iria terminar. Entretanto, ainda não posso prever o numero de páginas. Mas creio que até o fim do ano ele já estará finalizado.
Darei mais informações sobre o livro no segundo semestre, e ao contrário da versão anterior, só disponibilizarei os primeiros capítulos depois que o livro estiver todo finalizado. No momento, estou me empenhando também em escrever alguns contos para coletâneas de fantasia. É uma boa e rápida maneira de se ter um trabalho publicado. Espero que consiga passar em alguma seleção.
Para não deixar o blog tão paradão, tomei a decisão de retornar com uma história de Fantasia Urbana que escrevia há algum tempo. Em breve começarei a fazer uma revisão e mudar algumas coisas no enredo, inclusive o nome da história. Creio que em Junho começarei a lançá-la semanalmente e em curtos capítulos. Aguardem para mais informações sobre ela.
Então é isso, pessoal. Sempre que possível, irei atualizar o blog com algum review de livro ou anime ou outra coisa bacana.
Já faz alguns anos que comecei a escrever o Mundo Sombrio, e sempre que fechava um arco, sentia necessidade de recomeçar de um tempo cronologicamente anterior a história que acabara de finalizar. Aconteceu com a primeira versão, a segunda, e esta última que publiquei aqui no blog seus primeiros capítulos. O impasse que cheguei em "Mundo Sombrio - A Guerra das Energias" foi ter de explicar muitos eventos que ocorrem antes na história o que poderia tornar a leitura um pouco emjoativa por abusar insistentemente dos flashbacks. E sem contar que inserir personagens cheios de passados ocultos e já fazê-los interagir com as consequencias oriundas de tal passado, tornaria tudo nebuloso para o entendimento do leitor. Logo, resolvi, por fim, narrar a história de uma forma mais linear. Começando do ponto de partida: o nascimento do protagonista.
Este novo início contará os primeiros anos de vida do personagem Aron Hauker, bem como suas primeiras relações com outros personagens de peso para a história. Ainda não decidi o nome do Arco, mas envolverá os primeiros anos do Mago na Academia de Magia de sua sociedade. E se acham que o livro irá demorar mais ainda por conta deste "retrocesso", se enganem, pois ele será menor que o outro que iria terminar. Entretanto, ainda não posso prever o numero de páginas. Mas creio que até o fim do ano ele já estará finalizado.
Darei mais informações sobre o livro no segundo semestre, e ao contrário da versão anterior, só disponibilizarei os primeiros capítulos depois que o livro estiver todo finalizado. No momento, estou me empenhando também em escrever alguns contos para coletâneas de fantasia. É uma boa e rápida maneira de se ter um trabalho publicado. Espero que consiga passar em alguma seleção.
Para não deixar o blog tão paradão, tomei a decisão de retornar com uma história de Fantasia Urbana que escrevia há algum tempo. Em breve começarei a fazer uma revisão e mudar algumas coisas no enredo, inclusive o nome da história. Creio que em Junho começarei a lançá-la semanalmente e em curtos capítulos. Aguardem para mais informações sobre ela.
Então é isso, pessoal. Sempre que possível, irei atualizar o blog com algum review de livro ou anime ou outra coisa bacana.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Resenha: Harry Potter e a Ordem do Fênix
Em relação aos anteriores, o quinto livro da saga do bruxo mais famoso do planeta foi mais longo do que pensei. E devo acrescentar também, enjoativa em algumas partes. Não houve nenhuma necessidade de saber todos os detalhes da sujeira na casa dos Black, por exemplo. A autora, embora tenha melhorado sua narração, abusou demais dos detalhes desnecessários e de trechos irrelevantes para o desenvolvimento da história.
A melhor parte foi sem dúvida as cenas de duelo no Departamento de Mistérios, exceto, a luta entre Dumbledore e Voldemort que poderia ter sido um pouco melhor. Não sei se apenas eu que tenho esta impressão, de que sempre que chega naquele ponto auge do climáx da batalha, ela termina, deixando uma impressão de "Acabou aí?". Espero que não encontre outras situações semelhantes nos livros seguintes.
Agora toda vez que vejo uma cena do filme da Ordem da Fênix tenho quase vontade vomitar. Eu bem que havia estranhado na primeira vez que vi o filme, que o mesmo foi bem fraquinho, e não via nada de interessante. Agora notei o quanto eles cortaram. Eta, faca de açougueiro. Que filme ridículo.
No geral, A Ordem da Fênix é legal, mas darei 4 estrelas pelos pontos falhos.
Como muita gente já leu, não foi uma resenha muito longa.
A melhor parte foi sem dúvida as cenas de duelo no Departamento de Mistérios, exceto, a luta entre Dumbledore e Voldemort que poderia ter sido um pouco melhor. Não sei se apenas eu que tenho esta impressão, de que sempre que chega naquele ponto auge do climáx da batalha, ela termina, deixando uma impressão de "Acabou aí?". Espero que não encontre outras situações semelhantes nos livros seguintes.
Agora toda vez que vejo uma cena do filme da Ordem da Fênix tenho quase vontade vomitar. Eu bem que havia estranhado na primeira vez que vi o filme, que o mesmo foi bem fraquinho, e não via nada de interessante. Agora notei o quanto eles cortaram. Eta, faca de açougueiro. Que filme ridículo.
No geral, A Ordem da Fênix é legal, mas darei 4 estrelas pelos pontos falhos.
Como muita gente já leu, não foi uma resenha muito longa.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Trailer de Resident Evil: Afterlife
Sei que isso não tem nada haver com Mundo Sombrio ou literatura, mas tem relação com meus gostos pessoais. Sou um grande fã da série Resident Evil, e finalmente foi lançado o primeiro trailer de Afterlife, o que espero que seja o último, pois a série cinematográfica vem se desgastando há um bom tempo, o que se pôde notar no último filme: Extinction.
Sobre minhas impressões quanto ao trailer é que gostei unicamente do Wesker. Não vi um único zumbi comum, e apenas alguns monstros que lembram os últimos games da série. E parece que o filme foi realmente baseado nestes, principalmente em Resident Evil 5. A ação excessiva me decepcionou bastante. Pareceu mais um filme de ação do que de terror. Não importa que a série tenha se tranformado numa história de ação desde os últimos jogos, mas até o filme seguindo essa nova roupagem, e sabendo-se que a história já estava um lixo, foi bem decepcionante.
Por sorte, temos o Wesker como vilão, meu personagem preferido. Só isso já garante minha entrada do cinema.
Sobre minhas impressões quanto ao trailer é que gostei unicamente do Wesker. Não vi um único zumbi comum, e apenas alguns monstros que lembram os últimos games da série. E parece que o filme foi realmente baseado nestes, principalmente em Resident Evil 5. A ação excessiva me decepcionou bastante. Pareceu mais um filme de ação do que de terror. Não importa que a série tenha se tranformado numa história de ação desde os últimos jogos, mas até o filme seguindo essa nova roupagem, e sabendo-se que a história já estava um lixo, foi bem decepcionante.
Por sorte, temos o Wesker como vilão, meu personagem preferido. Só isso já garante minha entrada do cinema.
domingo, 4 de abril de 2010
Akinator: o gênio da internet
Estou com falta de assunto ultimamente, mas em breve devo postar as resenhas dos livros que estou terminando. Enquanto isso, vou falar de qualquer coisa que eu ache um pouquinho interessante.
Um site muito curioso que achei perambulando na internet faz algum tempo é o Akinator. O site é um jogo onde você desafia o gênio da internet a adivinhar o personagem que está na sua mente. É assim: imagine um personagem e comece a responder algumas perguntas sobre o mesmo, e com base nas suas repostas ele adivinhará quem ele é.
Dá para se surpreender de vez em quando. Você imagina um personagem pouco conhecido, mas após umas 20 perguntas, o Akinator vai e acerta. Mas ele demorou cinco jogos para acertar o Aron Hauker. Olhem só:
É uma pena que não deu para colocar a imagem, mas pelo menos meu personagem está lá. rsrs
Um site muito curioso que achei perambulando na internet faz algum tempo é o Akinator. O site é um jogo onde você desafia o gênio da internet a adivinhar o personagem que está na sua mente. É assim: imagine um personagem e comece a responder algumas perguntas sobre o mesmo, e com base nas suas repostas ele adivinhará quem ele é.
Dá para se surpreender de vez em quando. Você imagina um personagem pouco conhecido, mas após umas 20 perguntas, o Akinator vai e acerta. Mas ele demorou cinco jogos para acertar o Aron Hauker. Olhem só:
É uma pena que não deu para colocar a imagem, mas pelo menos meu personagem está lá. rsrs

























