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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Trailer de Harry Potter, finalmente

Contrariando a maioria, sou o tipo de pessoa que raramente vai ao cinema, exceto quando há um filme que realmente queira ver - o último foi Harry Potter e o Enigma do Príncipe.
Este ano, tenho três marcados.
  • Resident Evil: Afterlife
  • As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada
  • Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1

E falando neste último, finalmente foi lançado um trailer completo dos dois filmes. Tudo o que tenho a dizer é que quando eu terminei de assistir, pulei da cadeira e comecei a subir pelas paredes, enlouquecido. E disse para mim: Eu tenho que ler o Relíquias da Morte, JÁ! Hehe, então sem enrolação, deixando os outros livros de lado, vou terminar o sexto livro esta semana e começar a leitura do sétimo. É que no meu caso, não sou tão persuadido pelos best-sellers; dou chances há outros livros, e vejo que estes se tornam tão bons de se ler quanto um que está ou estivera na lista dos mais vendidos. Mas Harry Potter é Harry Potter, hehe. Então, prioridade máxima a partir de agora.
Bom, se quiserem contar qual foi sensação final após o trailer, vão em frente.





Talvez eu devesse ter gravado minhas impressões como esse garoto fez.  kkkk

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Meu primeiro conto numa antologia

Olá, pessoal.

Venho trazer uma ótima notícia.

Terei um conto publicado no primeiro volume da antologia Histórias Fantásticas da editora Cidadela, organizada por Georgette Silen ( também organizadora das antologias O GRIMOIRE DOS VAMPIROS e UFO – CONTOS NÃO IDENTIFICADOS).  Para verem a lista completa dos autores participantes, clique aqui


O livro trará contos com tema livre no universo da literatura fantástica. Ao todo, foram 96 contos enviados para a seleção, dentre os quais apenas 21 se sobressaíram.

Confesso que estou imensamente feliz, pois considero isso uma grande vitória. Ainda não estou lançando um livro próprio, mas já posso começar a sentir o gostinho, hehe. Agradeço parte desta conquista aos leitores que acompanham este blog e meus trabalhos. Sem vocês eu não seguiria em frente. 

Bom, quem sabe em breve, eu não venho com mais uma notícia desta. hehe

Abraços!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Novo Skoob



A rede social literária mais conhecida na internet passou por uma grande reforma no meio da semana, e o resultado final foi satisfatório. O site está mais organizado, a home está mais bonita e o conteúdo um pouco mais fácil de achar.
Duas novidades muito interessantes é o cadastro de autores( é uma pena que eu ainda não possa fazer isso, mesmo com um e-book previsto). A outra, e sem sombra de dúvida a mais impactante, é a criação de grupos como aqueles que têm no orkut, e agora sim podemos dizer que o Skoob está mais parecido com esta rede social. Se todos os usuários particparem dos grupos como fazem no orkut, o skoob irá virar a rede mais acesada por mim. rsrs

Se você ainda não participa do Skoob, acesse http://www.skoob.com.br/

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Comunidade de Ventura e mais informações

Nesta semana seria postado o sexto capítulo de Ventura, mas os dias passaram tão depressa que nem tive tempo de revisar alguns detalhes. O capítulo ainda precisa de algumas melhoras, e também estou decidindo alguns pontos dos capítulos seguintes. Eles ficarão de molho por algum tempo. Além disso, estou quebrando a cabeça para escrever um conto para a antologia "Extraenus". Em suma, os capítulos semanais só voltarão daqui a duas ou três semanas. Quem estiver curioso, só peço que aguarde mais um poquinho. hehe

Ainda sobre Ventura, tenho algumas novidades.

Criei uma comunidade para o livro no orkut. Lá irei colocar algumas rápidas atualizações. Quem quiser entrar, basta acessar este link. E sintam-se à vontade para criar tópicos. XD

No final do mês, vou lançar um teaser trailer do livro. Algo bem simples, mas acho que vai ficar bem legal.

E a  notícia mais importante, é que o e-book não será mais lançado em Julho, e sim, em algum mês do segundo semestre deste ano. Não tenho uma previsão exata, mas é provável que seja lançado em meados de Setembro.

Até os novos capítulos, vou ver se posto algumas coisas legais como resenhas e indicações.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Ventura - Capítulo 5

Os capítulos agora serão lançados às sextas. Continuem acompanhando e comentando. ;)

# 05
Aversão


   Não havia escapatória. Domado por quatro veteranos, o calouro apenas podia sofrer a maior humilhação de sua vida.

- Arranca a mochila dele pra pintar as costas!
   Eles tiraram-na e percebi que estavam escrevendo alguma coisa na parte de trás da camisa. Eu cansei de me agitar e deixei-os fazerem o que eles queriam desde o início: me esculachar.
   Já me sentia totalmente rendido. Uma sensação de fraqueza e impotência me atingiu exaurindo qualquer combate de minha parte. Eles eram quatro, e eu, apenas um. E além do mais, eu nem era muito forte, não passava de um garoto franzino. Mesmo se fossem só dois garotos, provavelmente ainda me daria mal.
   Onde estão aqueles malditos inspetores quando se precisa? Como eles permitem este tipo de brincadeira numa escola deste porte? Os indivíduos que cometem esta atrocidade deviam ser suspensos, ou até mesmo expulsos dependendo do nível da brincadeira que não tem nada de engraçada.
   Mas sempre há aqueles que acham graça.
   Enquanto era humilhado, vi duas meninas passando, e elas olharam pra mim. Irritei-me profundamente quando uma delas disse sorridentemente: “Ih, olha aquilo”. E logo após, a sua amiga do lado também me olhou. As duas riram, e depois disseram de forma zombada: “Tomando trote”.
   Será que ninguém se importa com as pessoas que são obrigadas a abaixar a cabeça para os outros? Será que ninguém procura ajudar estas pessoas? Preferem olhar e não fazer nada como se fosse absolutamente normal? E ainda por cima, rirem? Isso se tornou muito comum no mundo atual. Pelo menos pra algumas pessoas era assim. Aqueles que são desprezados continuarão sendo desprezados, e aqueles que estão por cima tendem a passar por cima dos desprezados. Por que as pessoas gostam tanto de ver esse processo contínuo?
   Talvez eu esteja errado. Não eram todos os tipos de pessoas que são assim. Os mais adultos tendem a saber o que é certo e o que é errado. Mas olhando para a maioria desses jovens que vieram de uma educação pouco produtiva e firme, podia ser normal que pensem de um jeito tão ridículo. Aliás, todos os jovens deste tipo são ridículos. Os que estão aplicando o trote em mim fazem parte da pior espécie de jovens ridículos. Como estão sempre rindo, pra mim eles são a piada da sociedade. Pessoas que não contribuem em nada para o seu avanço, ao contrário, a estragam mais do que ela já está.
- Olha só! Achei uma nota de dois na carteira – pronunciou um deles.
   Eu desviei meus pensamentos, e notei que um deles estava com uma nota de dois.
- Não pegue meu dinheiro! – gritei para o cara.
- Ih, perdeu filho – Ele então pôs o dinheiro no bolso e me fitou desdenhosamente.
- Não! Me devolva! Esse é o meu único dinheiro pra pegar o ônibus de volta pra casa – falei já me desesperando. Sem aquela cédula eu não poderia voltar. Quem sabe eles sentiriam pena e me devolveriam...
   Eles riram.
- Já era, irmão. Da próxima vez, vê se traz mais grana contigo – falou o que terminava de aplicar o trote.
- Bora, bora. Já deu pro gasto – disse o outro.
- Fica ligado mané! – zombou o gorducho, olhando e rindo de mim enquanto se afastava.
   Pelo menos, eles finalmente se foram. Aquele inferno havia terminado. Mas acabou me trazendo terríveis conseqüências. Eu estava quase caindo no choro depois disso. Minhas lágrimas queriam sair, mas eu não deixava. Eu os olhava se afastando com meus olhos fuzilando-os de raiva. Eu sentia muito ódio. Por ter sido pintado, por ter sido roubado, por ter sido humilhado, e principalmente por não ter sido forte para impedir.
   Eu olhei para a minha camisa e vi o quanto ela foi pintada. Parecia realmente que ela tinha sido tingida de azul. Se a camisa estava assim, não queria nem imaginar a cara. Mas eu podia sentir a tinta na minha face, e sabia que ela estava quase toda coberta. Meus braços também foram alvos. O que quase não apresentava tinta era a minha calça, felizmente. E ainda havia a frase que alguém escreveu na parte de trás da camisa. Eu bem que podia tirá-la pra ver o que estava escrito, mas não estava nem um pouco a fim. Já estava todo esculachado mesmo. Uma frase de escárnio a mais ou a menos não iria mudar nada.
   O mais importante no momento seria me lavar, ou pelo menos tentar. Isso aqui nunca sairia só com água. E o pior. Como iria entrar na sala de aula desse jeito? E pior ainda. Como iria pra casa? Será que alguma alma caridosa me emprestaria dois reais? Poderia ser um futuro colega de classe? Ou talvez eu pedisse para o próprio diretor, pois ele é o responsável por não suprimir os trotes. Acho que até pedir esmola no colégio valeria.
   Aproveitando que tinha dois – pela roupa – faxineiros passando por perto, perguntei onde eu poderia me lavar.
   Mas acabei recebendo risadas como resposta.
- Tem sempre uns trouxa que leva trote – zombou um deles.
- Esse aí bateu o recorde. Parece até a parede recém-pintada lá de casa – eles continuaram rindo.
   Fiquei profundamente irritado. Também não podia esperar muito de faxineiros. Apesar de ser uma escola de grande peso, faxineiros ainda são faxineiros. São dois pobres que se contentam com a vidinha medíocre que tem. Eu não posso falar muito, pois também sou um cara pobre. Mas nunca na minha vida me tornaria um faxineiro. Empreguinho mais idiota. Só aqueles que largaram o estudo porque não tiveram o interesse ou porque são bem burros e incapacitados procurariam por um trabalho tão ralé como faxineiro. Daqui a alguns anos serei bem maior que vocês, e terei mais dinheiro que nem mesmo juntando esse salário mixuruca que vocês ganham pela vida toda conseguiriam me alcançar. Realmente, a roupa de faxineiro combina bem com vocês. Bando de idiotas!
- Vocês vão me responder ou vão continuar rindo? – perguntei já bem aborrecido.
- Só lá dentro, garoto. Tem um banheiro masculino à direita no próximo corredor depois daquele – apontou um deles para uma entrada ali perto. Uma escola tão grande como essa, e nem existe um chuveiro ou qualquer coisa que jorre água do lado de fora? Que ridículo!
   Eles se afastaram ainda rindo do que apreciaram. Nem senti vontade de agradecer. Dane-se que eles me deram a informação. Eles gostaram de me ver do jeito que estou. Como posso agradecer a miseráveis que riem de uma coisa dessas? Acham engraçados os trotes, não é? É uma pena que eu não possa fazer nada para mudar o conceito de vocês.
  Suspirei.
  Depois da cena com os faxineiros me sentia ainda mais furioso. E aquele ódio parecia estar guiando meus pensamentos e reflexões. Mas o que me incomodava realmente era que nada podia fazer para fazer os outros provarem desse ódio. Eu quero que eles paguem! Quero que sofram uma punição por atos estúpidos. E aqueles que contemplam, quero que sofram um pouco desta humilhação que é ser desprezado pelos outros como se eu não fosse um nada.
   Eu desejo ter poder para que essas injustiças nunca mais ocorram!
   De repente, cortando meus pensamentos abomináveis, meus olhos fincaram em algo que acabara de cair na grama. Era um cartão branco e pequeno, escrito em negrito a palavra “Despertar”. Sem entender, olhei o verso e fiquei mais confuso ainda ao ver um número de telefone inscrito.
- Que isso?
   Fitei acima os galhos da árvore que me sombreava, e não encontrei nada além de feixes de luz que penetravam através das folhas. Pensei que alguém trepado em algum galho pudesse ter deixado isso cair, mas não havia ninguém lá em cima.
Será que estava preso em algum lugar na árvore e só agora caiu? Mas ainda assim, que tipo de cartão é este? O que é esse “Despertar”?

terça-feira, 1 de junho de 2010

Lendo e indicando: Elementais

Intercalando com os capítulos de Ventura lançados semanalmente, sempre procuro fazer postagens diferentes, e agora começa mais uma diversa. Conforme for lendo algumas histórias pela internet ( algumas na iminência de se tornarem livros, outras se encaminhando para tal destino), vou indicando-as para vocês. O caso abaixo é de uma série bem peculiar "que se encaminha para tal destino".


Antes de mais nada preciso confessar que a série Elementais escrita por Rafael Pombo (Yokuo como pseudônimo) é um grande vício meu. Virei fã!
Na época, uns três anos atrás, comecei a acompanhar esta história em algum site de fanfics ou comunidade no orkut, não me recordo bem. Mas acabei gostando imensamente dela. Claro, o Rafael sempre fazia o feedback nas versões antigas do Mundo Sombrio. Então ficamos acompanhando o trabalho um do outro, fato que acontece até hoje, torcendo para que nossos objetivos tenham êxito. Posso até dizer que esse cara é meu "brother". hehe


Sobre Elementais, confiram das palavras do próprio Rafael.


 VISÃO GERAL

Elementais é uma série de livros em fase de produção que visa o público jovem na faixa dos 12 aos 18 anos que possui interesse principalmente na crescente onda da cultura pop japonesa que inclui os mangás e os animes. Contém conceitos filosóficos e psicológicos que se misturam ao sobrenatural e ao dia a dia comum de jovens de diferentes nacionalidades, que têm de enfrentar obstáculos cada vez maiores em busca de respostas.

Elementais é uma história muito globalizada, uma série direcionada para jovens do mundo todo, tendo diversos personagens de culturas e nacionalidades diferentes, misturando fatores mundanos como cultura pop, cultura jovem de várias tribos, esportes e videogames com fatores místicos e/ou de estudos que buscam o conhecimento sobre o ser humano, o divino, a vida e a própria existência, como religiões, mitos, filosofia e psicologia, tudo com o toque de uma narrativa puxada para o estilo mangá, como as light novels japonesas, procurando o máximo possível a comunicação direta com um jovem leitor.

 HISTÓRIA

A trama começa quando Gabriel e Felipe, irmãos gêmeos de 14 anos que vivem em um bairro litorâneo do Rio de Janeiro, ficam sabendo através de seus amigos Leonardo e Sérgio sobre uma brincadeira peculiar que tem ganhado fama pelo bairro todo. Os jovens que a conhecem a chamam de “Elemental”, e dizem que  tal brincadeira atribui poderes sobrenaturais àqueles que a jogam. Incrédulos a princípio, Gabriel e Felipe são convencidos por seus amigos a irem até o infame Píer Élida, onde, à noite, reúnem-se adolescentes considerados subversivos, insolentes e barra-pesada, além de serem praticantes da misteriosa brincadeira.
Lá encontram Riko, uma garota japonesa conhecida de Léo e Sérgio que adverte com veemência o “líder” da pequena gangue de adolescentes do píer que pare com o que eles chamam de brincadeira. Pois como Gabriel e Felipe presenciam logo em seguida, Elemental está longe de ser apenas uma brincadeira: Dimitri, o líder do grupo de adolescentes, manifesta um estranho poder fogoso em seu braço, e como se não bastasse de surpresas por uma noite, criaturas horrendas saltam de portais que surgem em pleno ar e atacam a todos.
Em meio ao Caos que daí em diante se instala na vida de Gabriel e Felipe, os dois irmãos Despertam. Para um novo mundo. Para um novo entendimento. E para uma jornada pelos domínios do passado, do amor, da amizade e de si mesmos…


E então, gostaram? O prólogo e os quatro primeiros capítulos já podem ser lidos no blog do autor.